Estudos Biblicos
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Autor Tópico: Romanos 12  (Lida 14177 vezes)
Pr. Sérgio Felizardo
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« em: Julho 10, 2009, 14:51:56 »

ROMANOS 12
ESTUDO BÍBLICO

Algumas palavras
Nos primeiros onze capítulos da carta aos Romanos encontramos a apresentação de Paulo das boas novas da graça de Deus. Primeiramente ele descreveu a escravidão do homem ao pecado e sua necessidade de libertação (Romanos 1:18 a 3:20).

Todos os homens são culpados e não têm desculpas diante de Deus. Depois mostrou como Deus tem actuado por meio da morte e ressurreição de Jesus Cristo, seu Filho, para libertar os homens desta escravidão (Romanos 3:21 a 8:39). Por meio da fé em Jesus Cristo os homens podem ser perdoados e reconciliados com Deus.

Depois discutiu o problema da incredulidade do povo de Israel e a promessa de sua restauração (Romanos 9:1 a 11:36). Agora chegamos à última e maior parte da carta (Romanos 12:1 a 15:13), aonde Paulo aplica o evangelho ao viver quotidiano do cristão.

A transição da parte expositiva da carta para a parte prática se faz com muita naturalidade. Sem dúvida se nota uma divisão bem clara. As recomendações de Paulo que se seguem estão baseadas nas bases teológicas apresentadas nos onze primeiros capítulos.

Em nenhuma parte da Bíblia tem um tratado formal sobre a ética. Nos Dez Mandamentos temos os princípios fundamentais da boa moral. No Sermão da Montanha temos a interpretação de Jesus destes princípios fundamentais. Nas Epístolas (cartas) do Novo Testamento temos breves exortações e orientações dirigidas aos leitores com o objectivo de que estes observem uma conduta digna da alta vocação dos cristãos. Mas em nenhum outro lugar tem explicações tão amplas e tão bem coordenadas como nesta parte da carta aos Romanos.

Oramos a Deus para que este Estudo sirva de edificação para todos os que com ele tiveram contacto.

Júlio Sérgio Felizardo

12:1 - Rogo-vos pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

Rogo-vos
O capítulo fala sobre a entrega da vida, a necessidade de “rogar”. Como para o apóstolo Paulo o “viver para Cristo” era a razão da sua vida, ele aqui pede aos crentes que levem a sério a doutrina cristã vinculada à conduta. Esta palavra “rogo”, significa “encorajar”, “exortar”, lutar insistentemente”.

É um “pedido insistente”, “sério”, “cheio de vitalidade e intensidade”, uma “exortação”, um “encorajamento”, um “apelo”, uma “solicitação”.

Compaixão de Deus
Paulo aqui não se refere às bênçãos diárias da vida humana, embora elas sejam um reflexo das bênçãos divinas, mas sim, às misericórdias espirituais (II Coríntios 1:3), como estas:

- a justificação (acto da livre graça de Deus,  pelo qual Ele perdoa os nossos pecados e nos aceita como justos a seus olhos) - II Coríntios 5:17; Romanos 3:24, 28;

- a regeneração  (arrependimento e fé,  mudança divina operada na vida humana, novo nascimento, frutos do espírito) - Gálatas 5:22-2;.

- a santificação (o que Deus opera no crente e em benefício dele, mudança de coração, novo nascimento, conversão, separação para Deus, comunicação de vida divina à alma);

 - a comunhão (experiência diária que temos com o Senhor,  na leitura da Bíblia,  no cântico dos mesmos hinos, a alegria de estar juntos);

- a glorificação (a obra divina, no crente, que resulta na glória  de  Deus,  realiza  em  sua  vida  o que  Deus  quer)  - os nove frutos do Espírito.

Apresenteis os vossos corpos
A entrega da vida é sempre algo muito sério. O corpo é considerado como instrumento da vontade. A nós, crentes, é-nos ordenado  que  glorifiquemos  a  Deus “no corpo” (I Coríntios 1:20; II Coríntios 4:10). Há o perigo do corpo ser ainda controlado pelo pecado (Romanos 6:6; Colossenses 2:11). Assim, nosso corpo deve ser controlado pela justiça, com pureza de alma.

Em sacrifício vivo
No Velho Testamento os sacrifícios e as ofertas queimadas eram feitos com o propósito de adorar e servir a Deus. Prestavam seu serviço mediante a morte. Como pode o corpo tornar-se um sacrifício? Paulo aqui está a falar das nossas faculdades humanas: que os olhos não contemplem o mal (isso importa em sacrifício), que a língua não profira nenhuma palavra vil (isso importa sacrifício), que as mãos não operem o que é pecaminoso (e isso equivale a um holocausto), que os nossos pés nos levem à adoração (e isso equivale sacrifício), que os nossos braços possam ser usados para abraçar e levantar os necessitados (e isso equivale sacrifício). O crente presta seu serviço a Deus através da sua vida consagrada. Os sacrifícios no V.T. subentendiam morte. Os sacrifícios do cristão subentendem uma vida de actividade contínua (“Eis-me aqui!”).

Santo e agradável a Deus
O grande alvo do crente é subir ao altar de Deus em santidade (Mateus 5:48; II Coríntios 5:9-10). O cristão deve estar separado das coisas comuns, e ficar próximo de Deus que é Santo!

12:2: E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Não é fácil ser crente em Cristo. Em nenhum lugar da Bíblia temos a garantia de que a vida cristã seria recheada só de alegrias e vitórias. Quando começamos a encarar com seriedade nosso relacionamento com Deus percebemos as grandes lutas que todo o crente em Cristo há-de enfrentar.

Não vos conformeis a este mundo
A verdade a ser aprendida aqui é que como crentes precisamos definir qual é a nossa relação com o mundo. Não nos devemos modelar, conformar, ou moldar segundo o padrão do mundo, mas viver segundo o padrão divino.

Aqui a palavra “Mundo”, (dominado pelo deus deste século - II Coríntios 4:4), significa o carácter, as opiniões, os alvos e a atitude do homem não regenerado. Há o perigo da Igreja se moldar às modas mundanas no vestuário, na música, nos padrões morais, nas ambições, nos alvos e nos costumes diários, que Satanás desenvolveu com a sua filosofia, com a sua ciência, com o seu governo, com as suas diversões e com as suas religiões.

Há uma diferença na conformação humana
- O homem mundano busca o louvor do homem;
  O crente busca o louvor de Deus;

- O mundano só pensa em si;
  O crente considera os outros;

- O mundano só cuida do corpo:
  O crente cuida da alma;

- O mundano só olha para o que é visível.
  O crente olha para o invisível;

- O mundano só cuida do que há de comer, beber, vestir.
  O crente busca primeiro o reino de Deus e a Sua justiça.
Os crentes, transformados (II Coríntios 5:17) devem ser cristãos autênticos, pertencentes ao outro mundo, que existe acima do nosso. A admoestação é que não nos conformemos à moda do mundo actual, ou que não permitamos que o mundo actual dite as normas de nossa conduta.

Mas transformai-vos
Após definirmos nossa relação com o mundo temos uma nova prova que é a de vivenciarmos a transformação de Jesus em nós. Paulo nos fala da profunda realidade da transformação em II Coríntios 3:18.

Esta transformação é segundo os moldes da “imagem de Cristo”. Foi o próprio Jesus Cristo que disse: “Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte”. Viver uma vida de transformação não é fácil pois isso diz respeito a uma mudança interior que se reflecte em nosso comportamento e atitudes. A mente não é renovada apenas por ensinamentos exteriores, mas pela operação do Espírito.

Pela renovação da vossa mente
Esta renovação é de carácter espiritual, assumindo o aspecto de reforma. A mente é renovada pelo Espírito, e do íntimo o impulso transformador passa a transfigurar a totalidade da vida. Esta renovação é fomentada pelo emprego dos meios de desenvolvimento espiritual: o estudo da Bíblia, o uso das Escrituras, a oração, a meditação, a santificação, a prática da lei do amor e o uso dos dons espirituais.

De acordo com nossa consciência de que Cristo vive em nós vamos mudando nosso comportamento e, consequentemente, nos tornando mais parecidos com Ele.

Para que experimenteis
Após termos definido nossa relação com o mundo, e iniciarmos uma vida de transformação, começamos então a nos prepararmos para uma nova prova: experimentar a vontade de Deus e fazer dela nossa prioridade na vida.

Tenhamos conhecimento experimental, pessoal, e não apenas a consciência intelectual. Mediante a renovação do ser espiritual inteiro do homem, podemos provar e pôr à prova a boa, aceitável e perfeita vontade de Deus. Somente através da renovação do íntimo é que podemos realmente experimentar a “vontade” de Deus na presente existência. Não basta querer a vontade de Deus. É preciso também viver uma vida transformada.

Vontade de Deus
Não é o atributo divino da vontade, que controla todas as coisas, mas o “que é desejado” por Deus. Este correcto curso de acção deve ser de qualidade “...boa...”, como também “...agradável...” e “... perfeita...”

Trata-se de um alvo elevadíssimo que é colocado à nossa frente. A nossa atitude de servos nos dá forças para buscarmos, aceitarmos e vivenciarmos a vontade de Deus em nossa vida. Isso porque nem sempre a vontade de Deus combina com a nossa vontade. Lembremos Isaías 55:8-9. É isto que o Senhor deseja que os homens sejam e façam.

Quando exercitamos nosso querer submetendo-o ao Senhor começamos então a experimentar a vontade de Deus que tem três características básicas:
- A vontade de Deus é boa. Nada do que vem de Deus é ruim. Isso porque Deus é bom (salmo 73:1) e conforme diz Tiago 1:17: “toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança”. Assim sendo, pela fé, precisamos entender e aceitar a vontade de Deus.

- A vontade de Deus é perfeita. Deus é bom e também é perfeito (Deuteronómio 32:4). Só Deus é perfeito e suas obras, por isso, são perfeitas. Ainda que não entendamos, precisamos confiar nisso e declarar a perfeição do Senhor, como lemos em Jó 11:7.

- A vontade de Deus é agradável. A vontade de Deus sempre pode ser aceite, pois é o melhor. Assim sendo, ela é agradável. Quando nos agradamos em Deus e em sua vontade, nossa vida passa a ter uma dinâmica diferente e isso é maravilhoso para nós.

12:3: Porque pela graça, que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber; mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.

Com este versículo, chegamos a um ponto mais prático. Nos dois primeiros versículos nossa abordagem foi pessoal. Seus ensinos foram relativos a mudanças que a pessoa faz em si mesmo. Todos nós nos temos em alta conta...

Exteriormente podemos parecer humildes, mas interiormente nos temos em alta conta. Precisamos “pensar com moderação”. O apóstolo Paulo inicia este versículo com uma expressão que precisa ser compreendida. Ele diz: “Pela graça que me foi dada…” Foi a graça de Jesus que fez dele apóstolo e essa mesma graça é que deu aos crentes os dons espirituais para que fossem usados no ambiente do corpo de Cristo que é a Igreja. Precisamos pensar “segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.

Não tenha de si (pense) mesmo
A natureza humana, mesmo contando com as vantagens da fé religiosa revelada, com frequência se mostra vaidosa. Até mesmo os dons espirituais podem tornar o indivíduo cheio de jactância, fazendo-o sentir-se importante, como se aquilo que recebeu houvesse sido criação sua, como se tudo não lhe tivesse sido conferido pelo Senhor, para que exercesse esses dons visando a glória de Deus.

O conhecimento “incha”, quando exercido de maneira carnal.
No Corpo de Cristo cada um de nós ocupa um espaço não por outro motivo senão pela graça. Não é pela inteligência ou favor financeiro, mas sim pela graça de Jesus. Cada crente deve pensar “...com moderação...” sobre si mesmo.

O orgulho é considerado aqui como uma espécie de loucura. Seja como for, quando os homens procuram exibir-se, ao invés de darem glória a Deus, no seio das suas próprias Igrejas, com suas capacidades espirituais, isso constitui  uma  espécie  de  insanidade  espiritual. Dos crentes, espera-se que procurem edificar-se uns aos outros, e não que procurem promover sua própria importância e presença imprescindível.   Paulo  usa  a  frase  “digo  a  cada  um  de  vós”.  A orientação não é para alguns mas sim para todos.

Segundo a medida da fé
Esta sentença dá a entender que todos os membros do Corpo de Cristo, isto é, todos os crentes, receberam uma modalidade ou outra de dons espirituais, para os exercerem, visando o seu próprio bem e a edificação da Igreja.

No entanto, esses dons são distribuídos segundo a medida da fé, em que a graça é outorgada segundo a vontade do Senhor. Precisamos pensar “segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”. Continuando ainda no princípio da humildade, precisamos agora encarar dois outros temas: a auto-imagem e a fé. Vários personagens bíblicos tiveram problemas com isso. Destacamos Moisés, que tinha uma auto-imagem negativa e não acreditava ter condições de libertar o povo do Egito.

Gideão, que também era negativo e se sentia inferiorizado, temendo ser usado por Deus, e Pedro, que pensou ser forte o bastante para resistir às pressões e acabou negando Jesus Cristo. Problemas de auto-imagem ou nos tornam negativos, dando-nos sensações de incapacidade ou então super valorizam nossa imagem, fazendo-nos ter sensações de vaidade ou orgulho próprio.

Portanto, ninguém deve crescer de importância aos seus próprios olhos, usando ou pretendendo usar certa abundância de dons, exaltando-se a si próprio, quando, na realidade, não é tão talentoso, espiritualmente falando, quanto pensa ser, e conforme tenta convencer os outros.

A medida da fé
Esta frase é um tanto indefinida. Ela deve incluir a ideia que a vontade de Deus determina a medida da fé que o indivíduo tem para exercer seu dom. Conforme o versículo 6, cada membro da Igreja recebeu uma “graça” especial, a qual deve ser exercida para o benefício de todos.

Deus dá a fé e o dom. Vemos então que a auto-imagem não é uma questão de “o quanto importante sou”, mas “onde estou”. A espiritualidade em crescimento é que nos permite receber novos e mais elevados dons.

12:4-5: Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.

Paulo, ilustra aqui a união dos crentes usando a estrutura do corpo humano que, sendo um só, tem muitos membros, cada um deles colocado no lugar exacto e na proporção necessária para que haja um bom funcionamento de todo o corpo. Todos formam uma excelente e maravilhosa combinação de hábeis funções, todas cooperando para formar a vida física humana. O olho vê mas não ouve. O ouvido ouve mas não respira.

É extremamente ridículo supormos que qualquer função espiritual seja tão importante que nos autorize a desprezar os outros. Embora diferentes entre si as funções espirituais são todas necessárias. O crente individual é tão-somente um membro do corpo de Cristo, devendo conduzir-se como “membro”, considerar--se como “membro”, permitindo que se desenvolva como “membro”; somente Cristo é o cabeça.

Como membros, temos de nos coordenar uns com os outros para que possamos ser um Corpo vivo que funciona. Se não cooperarmos mutuamente, então somos membros separados.
Estão aqui ilustrados os seguintes princípios básicos:

1. Existem muitos membros, cada um deles exercendo a sua respectiva função; e cada uma dessas funções é importante para a vida colectiva da Igreja, onde nenhum membro individual funciona com exclusividade. Há, assim, uma importância decisiva em cada um, embora tal importância não deva ser exagerada, pois pode resultar em orgulho.

2. Considerados juntamente, todos os membros de uma Igreja constituem uma “unidade”, unidade essa em torno da pessoa de Cristo. Em I Coríntios 12:27 lemos: “Vós sois o corpo de Cristo”.

3. Cada crente individual é membro dos outros. Cada qual está vinculado aos demais na condição de membro. Isso porque possuem uma vida comum, um propósito comum, todos com uma função comum. Cada membro precisa de todos os outros membros.

4. Existe uma unidade essencial, mas não da espécie em que a individualidade, a importância do crente individual, se perde. Aquele que enfatiza a sua importância de maneira exagerada, destrói tanto a “unidade” como a “importância” do organismo inteiro.

5. A palavra aqui traduzida por “corpo” expressa uma “vida”, isto é, uma vida em Cristo. A principal característica desse “corpo” é que cada um dos seus membros tem amor pelos demais, agindo de acordo com esse amor.

6. O valor de cada membro é retido, mas somente até onde ele está relacionado aos outros membros, porque todos são valiosos, em vista de formarem o corpo de Cristo. Nenhum membro, isoladamente, pode representar o corpo de Cristo, motivo pelo qual nenhum deles tem o direito de tentar destacar-se acima dos demais.

12:6-8: De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar haja dedicação no ensino; ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.

O apóstolo Paulo começa agora a falar sobre os dons espirituais. Mas antes ele lembra da importância da graça de Jesus Cristo. Os dons espirituais não são dons para nos glorificarmos a nós próprios, mas visam a edificação, em Cristo (Efésios 4:11 e as.). Precisam ser exercidos em amor (I Coríntios 13).

A graça que nos foi dada
Todos os dons espirituais começam e têm por base a graça de Deus. Assim, “graça” é a vida divina em nós! Quando ela entra em nós, traz consigo dons espirituais. Se a nossa comunhão com Deus for elevada, receberemos um dom mais elevado. Se, pelo contrário, for limitada, o nosso dom será limitado.

Profecia
Se refere à proclamação da Palavra de Deus. O profeta é o homem que deve anunciar a mensagem cristã com a autoridade do que sabe. É a compreensão correcta das Escrituras, bem como a sua pregação, o que é feito conforme a capacidade dada por Deus. Para anunciar Cristo, um crente deve primeiro conhecê-lo.

Ministério (serviço)
Indica o serviço dos diáconos e das diaconisas (Romanos 16:1). Precisam ter um espírito de servir e uma atitude de servir.

Ensino
A mensagem de Cristo não só deve ser proclamada, também necessita ser explicada. Se profetizar é falar pelo Senhor sob Sua inspiração directa, ensinar, é falar fundamentado no profetizado.

Exortação
A exortação é uma forma convincente de pregação ou ensino, que visa o coração ou o homem (I Coríntios 14:3; Actos 4:36). Há uma qualidade  de  exortação  que  intimida e desalenta. A verdadeira exortação aponta não tanto a intimidar uma pessoa com as chamas do inferno, como a acicatá-la com a certeza de uma vida em Cristo.

Repartir
Dar com simplicidade é também um Dom da graça da vida (Mateus 6:3). Na Igreja precisamos dos que estão aptos para ajudar financeiramente e cuidar das necessidades práticas da Igreja.

Presidir
Cada vez há mais dificuldades nas Igrejas em conseguir dirigentes para os Departamentos. Há cada vez menos pessoas dispostas a deixar os seus prazeres para tomar a responsabilidade de líder. Todo aquele que deseja ser líder, deve primeiro aprender a ser diligente. Se for desleixado, não pode ser líder.

Misericórdia
É uma qualidade que é formada em nós pela transformação. Este é um Dom que todos possuem e que implica amabilidade, perdão, uma boa palavra e compreensão. Devemos praticar esta graça, e devemos praticá-la com alegria.

(continua...)
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