Estudos Biblicos
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 em: Junho 29, 2014, 01:24:17  
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ESTUDO BÍBLICO: A IDOLATRIA (3)



"…Portanto, meus amados irmãos, fugi da idolatria" - I Coríntios 10:14

QUE DIZ A BÍBLIA?

Biblicamente, quem é santo?
Segundo o Novo Testamento, o sentido da palavra "santo" difere inteiramente daquele que a Igreja Romana lhe dá. A palavra "santo" é empregada cerca de sessenta vezes, e nunca aparece como "qualificativo" de um nome, mas sempre designando os crentes comuns em nosso Senhor Jesus Cristo. Os "santos" eram seres vivos, que viviam ainda sobre a terra, quando o nome "santo" Ihes foi dado.

Assim, os encontramos em:
- Jerusalém (Actos 9:13),
- Lida (Actos 9:32),
- Jope, (Actos 9:41),
- Roma (Romanos 1:7),
- Corinto (I Coríntios 1:2),
- Acaia (II Corímios 1:1) e
- Colossos (Colossenses 2:2).

Eram membros das igrejas que existiam nestas e outras cidades. O Apóstolo Paulo chama aos crentes "santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo o lugar invocam o nome do Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso" (I Coríntios 1:2). Se refere àqueles que "imploram" a Maria ou aos Santos. A palavra "santo" significa "separado", para determinado fim. Posto que eles tivessem sido pecadores como todos os outros, foram "lavados e santificados, e justificados, em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus" (I Coríntios 6:11). Foram redimidos pelo sangue de Jesus, e todos os seus pecados foram perdoados, "segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1:7).

Eles estavam "em Cristo" (Efésios 1:1).
Contudo, os chamados "santos" não eram perfeitos em si mesmos. Foram chamados para serem santos. As duas Cartas que Paulo escreveu às Igrejas de Corinto, revelam que estes "santos" tinham, às vezes, graves defeitos, mostrando que estavam longe da santidade, para a qual tinham sido chamados, sendo, ainda, vítimas do pecado. Deus deu dons à sua Igreja "para o aperfeiçoamento dos santos, para a obra do ministério" (Efésios 4:12). É altura de fazermos a seguinte pergunta: Estarão os santos nos altares ou nos céus? Estarão mortos ou vivos?


A BÍBLIA É CLARA

Quanto à oração aos que já partiram deste mundo, precisamos dizer que a Bíblia nos diz serem inúteis as orações aos santos, porque:

- A oração é uma forma de culto, e o mandamento de Deus, reiterado por nosso Senhor Jesus Cristo, é: "Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a Ele darás culto" (Mateus 4:10).

- O culto dos Santos, ou a oração a eles feita, não é ordenada em parte alguma das Escrituras. Não há um exemplo sequer, de invocação dos Santos, nem no Antigo nem no Novo Testamento.

- Nem Pedro em relação a Cornélio (Actos 10:26), nem Paulo e Barnabé em relação ao povo de Listra (Actos 14:15) consentiram que os homens se ajoelhassem diante deles, e os reverenciassem.

- Entretanto, esta não foi a atitude de Jesus. O leproso adorou-O e lhe fez uma súplica (Mateus 8:2). O mesmo fez Jairo (Mateus 9:18), e também os discípulos depois da tempestade no lago (Mateus 14:33), e a mulher cananeia (Mateus 15:23). Jesus recebeu o culto que estas pessoas Lhe tributaram, e respondeu às orações que Lhe fizeram. Se Pedro, Paulo e Barnabé não receberam culto aqui na terra, por que iriam eles recebê-lo no céu?

- Os santos que já partiram deste mundo não são nem onipresentes nem onipotentes para ouvirem as orações que os homens lhes fazem de toda a parte. É dar-Ihes atributos que só pertencem a Deus. Esta prática diminui o valor e a necessidade da oração que deve ser feita a Deus mesmo.

- Não há qualquer evidência de que eles possam ajudar a quem quer que seja, mesmo que pudessem ouvir as orações e ver as necessidades humanas.

- Jesus Cristo só uma vez se referiu à oração feita a um santo, mas, esta oração, não subiu da terra, mas do Hades; o rico da parábola orou a Abraão, primeiro em favor de si mesmo e, depois, em favor de seus irmãos, que ainda viviam na terra, e, no entanto, em ambos os pedidos que fez, ele não foi atendido (Lucas 16:23-31).

- Depois da morte de Samuel, em vão Saul buscou o seu auxílio, alegando que Deus não lhe respondia. Em I Crónicas 10:13-14, lemos: "Assim morreu Saul por causa da sua transgressão com que transgrediu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar. E não buscou ao Senhor, pelo que o matou, e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé".

Invocar os mortos, não obstante tenham sido santos, não somente é inútil: é pecado!
- Procurar o auxílio dos santos implica em que Cristo é insuficiente, tanto para salvar como para abençoar os homens, e que tem de ser persuadido a isso, mediante a intercessão dos santos. Isto é desfazer da graça e do amor de Cristo.

- O nome de Cristo é o único direito que temos diante de Deus. Ele mesmo o afirmou: "Eu sou o caminho... e ninguém vem ao Pai, senão por mm" (João 14:6). Jesus, com estas palavras exclui qualquer outro mediador.

- O apóstolo Paulo foi claro, ao afirmar: "Porque há um só Deus, a um só Mediador entre Deus a os homens, Jesus Cristo homem" (I Timóteo 2:5). Vemos assim que, nas Sagradas Escrituras, nada há que sugira que tais santos possam ouvir nossas orações ou ajudar-nos mediante sua intercessão.


A BÍBLIA DIZ QUE O CULTO ÀS IMAGENS É IDOLATRIA

A Palavra de Deus é clara neste assunto. Ela diz que as imagens são feitas pelas mãos dos homens:
- O Salmo 135:15-18, diz: "Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem. Têm ouvidos, mas não ouvem; nem há respeito algum nas suas bocas. Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam".

- Lemos em Isaías 44:9-13, 15, 17-18: "Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo? Eis que todos os seus seguidores ficarão confundidos, pois os mesmos artífices são de entre os homens. O ferreiro faz o machado, e trabalha nas brasas, e o forma com martelos e o lavra com a força do seu braço.

O carpinteiro estende a régua, emprega a almagra, aplaina com o capilho e marca com o compasso: e faz um deus à semelhança dum homem, segundo a forma dum homem, para ficar em casa. Também faz um deus, e se prostra diante dele; fabrica uma imagem de escultura, e ajoelha diante dela. Então do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dele, e se inclina, e ora-lhe, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque se lhe untaram os olhos, para que não vejam, e os seus corações, para que não entendam. E nenhum deles reflecte; e não tem conhecimento nem entendimento para dizer: metade queimei no fogo, e assei pão sobre as brasas; e fiz um assado e dele comi; e faria eu do resto uma abominação? Ajoelhar-me-ei ao que saiu duma árvore?"

- Em I Reis 18:27, lemos: "E sucedeu que ao meio-dia Elias zombava deles, e dizia: Clamai em altas vozes, porque ele é um deus; pode ser que esteja falando, ou que tenha alguma coisa que fazer, ou que intente alguma viagem; porventura dorme, e despertará".

- Jeremias 10:3-5, diz-nos: "Porque os costumes dos povos são vaidade: pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado. Com prata e ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova. São como a palmeira, obra torneada, mas não podem falar; necessitam de alguém que os leve, porquanto não podem andar: não tenhais receio deles, pois não podem fazer mal, nem tão pouco têm poder de fazer bem…".


ADORAÇÃO A PESSOAS

Que diz a Bíblia em Actos 10:23-26?
- Bíblia (Sociedade Bíblica: "E no dia imediato chegaram a Cesareia. E Cornélio os estava esperando, tendo já convidado os seus parentes e amigos mais íntimos. E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés, o adorou. Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem".

- Bíblia (Difusora Bíblica): E interessante o que diz a Bíblia editada pela Igreja Católica, diz exactamente o mesmo: "Chegou a Cesareia um dia depois. Cornélio estava com os seus parentes e amigos íntimos, que havia reunido. Na altura em que Pedro entrava, Cornélio foi ao seu encontro e, caindo-lhe aos pés, prostrou-se. Mas Pedro levantou-o, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem".

Actos 14:15, 18:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "…Varões, porque fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, e o mar, e tudo quanto há neles…, e, dizendo isto, com dificuldade impediram que as multidões lhes sacrificassem".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Amigos, que fazeis? Também nós somos homens da mesma condição que vós, homens que vos anunciam que deveis abandonar os ídolos vãos e voltar-vos para o Deus vivo que fez o Céu, a Terra, o mar e tudo quanto neles se encontra…, Mesmo depois de ter assim falado, foi a custo que impediram a multidão de lhes oferecer um sacrifício".
Infelizmente, muitas igrejas "ditas evangélicas" não estão de todo livres deste pecado também. Pelas suas portas entraram venerações às relíquias, como objectos ungidos, por exemplo, rosas ungidas, lenços, meias, canetas, travesseiro de sonhos, água do rio Jordão, e outras aberrações mais.

As figuras e imagens da Igreja Católica foram substituídas por pessoas de carne e osso, como cantores gospel (cuja inspiração bíblica das suas letras deixa muito a desejar), idolatrados por seus ouvintes, pregadores que mais parecem animadores de palco, que são adorados pelo público como homens de Deus…


PROCISSÕES

O andar com imagens aos ombros, em procissões, é condenado pela Bíblia:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Nada sabem os que conduzem em procissão as suas imagens de escultura, feitas de madeira, e rogam a um deus que não pode salvar" (Isaías 45:20).

- Bíblia (Difusora Bíblica): A Bíblia editada pela Igreja Católica diz: "Nada disto compreendem os que trazem o seu ídolo de madeira e dirigem as suas súplicas a um deus incapaz de os salvar" Isaías 45:20).
Leiamos novamente o livro de Isaías, agora em 46:5-7:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "A quem me fareis semelhante, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes? Gastam o ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças: assalariam o ourives, e ele faz um deus, e diante dele se prostram e se inclinam. Sobre os ombros o tomam, o levam, e o põem no seu lugar; ali está, do seu lugar não se move; e, se recorrem a ele, resposta nenhuma dá, nem livra alguém da sua tribulação".

- Bíblia (Difusora Bíblica): A Bíblia editada pela Igreja Católica diz: "A quem podereis comparar-Me ou igualar-Me? Quem poreis em paralelo comigo, que Me seja igual? Aqueles que tiram o ouro da sua bolsa, pesam a prata na balança, ajustam com um ourives para que faça um deus, diante do qual se prostram em adoração. Levam-no às costas, transportam-no e colocam-no no seu lugar; ele ali se mantém, sem se mover do sítio".


A TERMINAR

Chegámos ao fim do nosso Estudo e…
… Vimos que a idolatria é um pecado antigo e que acompanha o ser humano desde a sua queda.
… Passeámos pelas páginas do Antigo Testamento e vimos como Israel frequentemente foi sucumbido a esse pecado e com ele sofreu severas consequências.

… Nos Evangelhos não encontrámos nada acerca desse pecado, e que, a partir da extensão da Igreja no livro de Actos e até aos nossos dias é que encontramos no meio pagão a idolatria, a qual a Igreja, infelizmente, não soube tratar, permitindo que esse pecado se alojasse disfarçado no seu seio.

… Mas também estudámos como nos livrarmos deste pecado de acordo com as recomendações da própria Palavra de Deus.
Vemos assim que a Bíblia é veemente na condenação da idolatria. Ajoelhar-se alguém diante de uma imagem que pretende representar alguém é idolatria. Dois pecados são aí cometidos: o de adoração à criatura em lugar de adoração ao Criador, e o acto de idolatria.

Nós, evangélicos baptistas, não podemos pintar ou esculpir quaisquer imagens que, presumidamente, representem alguém ou alguma coisa, e depois nos prostrarmos, reverentes, diante dessas imagens. Não podemos prestar culto porque só temos um Deus. Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo, três pessoas distintas mas um só Deus, o único a quem devemos prestar, exclusivamente, nosso culto. O Deus criador a sustentador de todas as coisas, o Deus onipotente, onisciente a onipresente.
As razões por que não podemos proceder assim são, como sempre, razões bíblicas.

Comecemos com as palavras de Pedro:
- Paulo, diz: "Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10:13).
- Pedro faz-nos uma solene advertência: "Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós" (I Pedro 3:15).

- "Só há um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus" (I Timóteo 2:5).
- "O verdadeiro culto a Deus é o racional" (Romanos 12:1).
- Paulo exorta os crentes de Tessalónica: "Examinai tudo" (I Tessalonicenses 5.21).
Por fim leiamos as palavras de Jesus:

- "Deus é Espírito, e importa que os que O adoram O adorem em espírito e em verdade" (João 4:23-24).
- "Tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, Ele vo-lo há-de dar" (João 16:23).
Por tudo isto, as nossas orações começam com "Pai nosso… e terminam em nome de Jesus".
Ao terminamos este Estudo doutrinário, fazemo-lo com o apelo que Josué fez ao povo do seu tempo:
"Escolhei hoje a quem sirvais… porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Josué 24:15).

Por fim, lembramos a sentença divina a todos aqueles que praticam a idolatria, ou seja, o culto às imagens, e a todos aqueles que as fabricam: "Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem, e todos os que neles confiam" ( Salmo 115:8 ).

Júlio Sérgio Felizardo


* Livros consultados:
- Adolfo Robleto, O Catolicismo Romano
- António Gonçalves Pires, Pode um Católico Salvar-se?
- C. H. Collette, Inovações do Romanismo
- Decyr de Sousa Lima, Doutrinas Católicas Analisadas
- Dreyer e Weller, A Bíblia e o Catolicismo Romano
- Catecismo da Igreja Católica, Edição de 1994

Primeira Edição, Cacém, Maio de 1981
Segunda Edição (Revista), Mangualde, Outubro de 1996
Terceira Edição (Actualizada), Cacém, Março de 2013
Quarta Edição (Revista e Actualizada), Cacém, Maio de 2014

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 em: Junho 29, 2014, 01:09:26  
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ESTUDO BÍBLICO: A IDOLATRIA (2)



"…Portanto, meus amados irmãos, fugi da idolatria" - I Coríntios 10:14

PROIBIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

O Novo Testamento também adverte todos os crentes contra a idolatria. Deus reforça suas advertências com a declaração de que aqueles que praticam qualquer forma de idolatria não herdarão o Seu reino:

I Coríntios 6:9-10:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Não sabeis que os injustos não possuirão o reino de Deus? Não vos enganeis: Nem os imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem maldizentes, nem os que se dão à embriaguez, nem salteadores possuirão o reino de Deus".

I Coríntios 10:14:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Portanto, meus amados, fugi da idolatria".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "Portanto, caríssimos meus, fugi da idolatria".

I Coríntios 10:19:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa?".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "Que vos direi, pois? Que a carne sacrificada aos ídolos é alguma coisa? Ou que o ídolo é alguma coisa?".

Apocalipse 21:8:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos fornicários, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Quanto aos tíbios, aos infiéis, aos depravados, aos assassinos, aos impúdicos, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, o seu quinhão está no lago de fogo e de enxofre ardente: é a segunda morte".


ADORAÇÃO A ANJOS

Será bíblico a adoração aos anjos? Que diz a Bíblia em Apocalipse 22:8-9?
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "E eu, João, sou aquele que vi e ouvi estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que mas mostrava para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal; porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus" (Apocalipse 22:8-9).

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Sou eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ver e ouvir prostrei-me aos pés do anjo, que mas mostrava, para o adorar. Mas ele disse-me: Não faças isso! Sou um servo, como tu, como os teus irmãos, os profetas, e como aqueles que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus".


ADORAÇÃO A IMAGENS

São muitas as passagens bíblicas que nos falam sobre imagens. A Bíblia diz que os ídolos não podem salvar ninguém, pois são apenas um pedaço de madeira, gesso, pedra, etc., e quem invoca seu favor se torna semelhante a eles e estão enganados. Em

Habacuque 2:18-20, lemos:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Que aproveitará a imagem de escultura, que esculpiu o seu artífice? A imagem de fundição, que ensina a mentira, para que o artífice confie na obra, fazendo ídolos mudos? Ai daquele que diz ao pau: Acorda! E à pedra muda; Desperta! Pode isto ensinar? Eis que está coberto de ouro e prata, mas no meio dele não há espírito algum. Mas o Senhor está no seu santo templo: cale-se diante dele toda a terra".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Ai daquele que diz à madeira: Desperta! E à pedra silenciosa: Levanta-te! Ei-la coberta de ouro e de prata mas sem qualquer sopro de vida. Para que serve uma escultura para que o escultor a faça? Ou uma imagem de metal, ou um oráculo enganador, para que o artífice confie nelas, fabricando ídolos mudos? Mas o Senhor reside no seu santo templo, diante dele, cale-se toda a terra!".

Leiamos agora Isaías 46:5-9:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "A quem me fareis semelhante, e com quem me igualareis, e me comparareis, para que sejamos semelhantes? Gastam o ouro da bolsa, e pesam a prata nas balanças: assalariam o ourives, e ele faz um deus, e diante dele se prostram e se inclinam. Sobre os seus ombros o tomam, o levam, e o põem no seu lugar; ali está, do seu lugar não se move; e, se recorrem a ele, resposta nenhuma dá, nem livra alguém da sua tribulação".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "A quem podereis comparar-Me ou igualar-me? Quem poreis em paralelo comigo, que me seja igual? Aqueles tiram o ouro da sua bolsa, pesam a prata na balança, ajustam com um ourives para que faça um deus, diante do qual se prostram em adoração; levam-no às costas, transportam-no; onde o colocam, ali fica; não se move do seu sítio. Por muito que gritem, não responde, não os salva da tribulação".

E no Salmo 135:4-8:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos, mas não ouvem; nariz têm, mas não cheiram. Têm mãos, mas não apalpam, têm pés, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta. Tornem-se semelhantes a eles todos os que os fazem, e todos os que neles confiam".

- Bíblia (Difusora Bíblica – Salmo 135:15-18): "Os ídolos dos gentios não passam de ouro e prata, obras das mãos do homem; têm boca e não falam, têm os olhos e não vêem, têm ouvidos e não ouvem, nem há qualquer respiração na sua boca. Como eles serão os que os fazem, e todos os que neles confiam".


UM POUCO DE HISTÓRIA

O fabrico de imagens para representar Deus (que é Espírito), os anjos (que não têm corpo), Jesus (cujo corpo ressuscitado transcende a imaginação dos homens), é de origem pagã.

Abramos a História dos Concílios. Aqui temos uma verdadeira guerra papal:
- Em 305, o Canon 36 do Concílio de Elvira, ou lliberis, ordena que nas igrejas não haja pinturas, para que se não adore o que está pintado nas paredes.

- Em 378, a doutrina da invocação dos defuntos, introduzida em 370, por Basílio de Cesaréia, foi condenada como herética no Concílio de Laodicéia. O Canon 35 é do seguinte teor: "Não convém que os cristãos abandonem a igreja de Deus e invoquem os santos, etc.. Estas coisas são proibidas. Se, pois, vier a descobrir-se que alguém se ocupa com esta idolatria, seja maldito, pois que abandona a Jesus Cristo, o Filho de Deus, para ser idólatra".

- Em 500, começaram a usar-se as imagens nas igrejas, apenas como recordações históricas, obedecendo a esse intuito o seu uso durante cerca de um século, não sem que vários bispos o atacassem com violência, mandando alguns destruir as que havia nas suas dioceses.

- Em 535, Agapito I ordenou as procissões antes da festa da Ressurreição.
- Em 600, os chamados "santos" começam a ocupar o lugar dos deuses pagãos. A invocação dos santos, até ali privada, começa a ser pública, mas não ainda como doutrina reconhecida. Neste ano, Gregório I mandou que os quadros apresentando a Virgem Maria fossem levados em procissão e se pusessem estátuas nas igrejas para fins religiosos.

- Em 609, foi introduzida a invocação dos santos e dos anjos, por Bonifácio IV.
- Em 610, Bonifácio IV consumou o facto da idolatria pagã, abrindo o panteão de Roma, e substituindo nele as divindades do paganismo pelos chamados santos, nascendo aqui a festa de Todos os Santos.

- Em 617, a invocação dos santos foi geralmente estabelecida pela primeira vez nas liturgias públicas sob o pontificado de Bonifácio V.

- Em 701, Sérgio I instituiu a procissão das velas de cera, para afugentar os espíritos maus.
- Em 730, o Concílio de Constantinopla, no tempo do imperador Leão, foi decretado contra o abuso, e o uso de imagens ou pinturas nas igrejas, tendo sido ordenado que as mesmas fossem feitas em pedaços e lançadas às chamas, pois eram introduzidas nas igrejas pelo mundo árabe (o maometanismo).

- Em 754, outro Concílio no mesmo lugar, ao qual assistiram 388 bispos, ordena que fossem tiradas das igrejas todas as imagens ou pinturas.

- Em 769, em Roma, um Concílio vota um decreto para que as imagens sejam veneradas. O Concílio de Constantinopla, em 754, foi anatemizado por ter proibido esse culto. Houve uma decidida oposição de muitos bispos, que se recusaram a submeter-se. Estes foram castigados e excomungados.

- Em 787, na sétima sessão do Segundo Concílio de Nicéia, convocado pela infame imperatriz Irene, as imagens foram, pela primeira vez, permitidas. Nesse Concílio foi decidido "que se tributasse às imagens o culto de saudação e honra, e não aquele verdadeiro culto que é dado pela fé e que "somente a Deus pertence"; e se declarou que "a honra assim dada às imagens é transmitida aos originais que elas representam".

- Em 794, porém, o Concílio de Francfort, em seu Canon 2°., condenou o dito decreto do Segundo Concílio de Nicéia e todo o culto de imagens.

- Em 815, um Concílio em Constantinopla, decretou que adorno ou pintura alguma fosse consentida nas igrejas.
- Em 825, o Concílio de Paris condenou o decreto do Segundo Concílio de Nicéia, declarando gravíssimo erro o dizer--se que, por meio das imagens, se poderia obter certos graus de santidade.

- Em 830, foi introduzida a canonização dos santos, por Adriano II.
- Em 837, por Gregório IV, foi introduzìda a Festa de Todos os Santos.
- Em 842, porém, no Concílio de Constantinopla, sob o imperador Miguel, e Teodora, sua mãe, o decreto do Segundo Concílio de Nicéia foi confirmado, os iconoclastas excomungados, e as imagens restituídas às igrejas.

- Em 870, na décima sessão do Concílio de Constantinopla, o terceiro Canon ordenou novamente o culto da cruz e das imagens dos santos.

- Em 879, igualmente em Constantinopla, outro Concílio, na 5ª sessão, aprova e confirma os decretos do Segundo Concílio de Nicéia.

- Em 884, Adriano III, bispo de Roma, foi o primeiro que aconselhou a canonização dos santos.
- Em 1084, noutro Concílio de Constantinopla, foi confirmado o decreto feito no Concílio de 842, em favor do uso das imagens.
- Em 1160, Alexandre III foi quem decretou a canonização dos santos, ordenando que ninguém fosse tido como tal sem o papa o haver declarado.

Depois deste tempo o culto das imagens parece ter criado tão profundas raízes no povo pelo que:
- Em 1445, o Concílio de Ronen, no Canon sétimo, condena a prática de dirigir orações às imagens sob diversas invocações, tais como Senhora dos Remédios, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Consolação. etc., etc., tentando pôr fim à corrupção dos tempos de então.

- Em 1470, Alano de la Roche, da ordem dos jacobinos, inspirado por certas visões, inventou o rosário, mais tarde aprovado oficialmente por Sixto V. A palavra rosário significa lembrança. Há, também, quem afirme que foi Pedro Eremita quem inventou o rosário (1090), ou que foi Domingos (1230).

- Em 1492, o grande sábio Erasmo, diz: Até ao tempo de S. Jerónimo (400), aqueles que professavam a verdadeira religião não consentiam nas igrejas imagens, nem pintadas, nem esculpidas, nem mesmo ainda a pintura de Cristo. Tem toda a aparência de superstição o prostrarmo-nos diante duma imagem, falar-Ihe, beijá-la, e olhar para ela intencionalmente; mas não somente isto como orar diante dela.

 Henrique Comélio Agripa, teólogo de profundos e variados conhecimentos, falecido em 1535, diz: Os costumes corrompidos e a falsa religião dos gentios corromperam a nossa religião, introduzindo na igreja imagens e pinturas, com muitas cerimónias, duma pompa externa, o que nada disso se viu entre os primeiros cristãos verdadeiros.

- Em 1549, o Concílio de Moguncia decretou que se ensinasse ao povo que as imagens não estavam nas igrejas para serem adoradas, e que deveriam ser retiradas das igrejas todas as imagens a quem a povo recorresse, persuadido de que a imagem possuía em si mesma alguma virtude, ou de que Deus ou os santos fariam o que o povo lhes pedia, por intermédio daquela imagem, e não de outro modo.

- Em 1561, a fim de ser combatida tal idolatria, os bispos franceses, reunidos em Poissy, ordenam aos sacerdotes para abolirem tais práticas supersticiosas.

- Em 1562, no Concílio de Trento, em sua 25ª. Sessão, reservada aos padres tridentinos, no papado de um homem que ficou célebre, Pio IV, foi por este promulgado um decreto em que "se impõe aos bispos" e a todos os que exerçam o cargo de ensinar, a obrigação de incutir nos fiéis que "as imagens de Cristo, da Virgem a outros santos devem ser tidas e conservadas, principalmente nas igrejas... e que se lhes deve dar honra e veneração", considerando "anátema" (maldito) quem não o fizesse. Este decreto papal trouxe na altura muita agitação e muita controvérsia no seio da Igreja Católica Romana. Embora o Canon não defina qual é a natureza dessa "honra", ele permite que as mesmas se beijem e se prostre diante delas.

- Em 1564, o papa Pio IV, decretou que o devoto deve "manter imagens… e que a elas se deve prestar honra e veneração".
Argumenta a Igreja Católica Romana que não se adoram as imagens, mas que se veneram... Isto é apenas um jogo de palavras. Então, o que é tê-las nos altares, serem carregadas aos ombros em procissões, iluminadas com velas e lamparinas, etc.? Se o fiel se ajoelha diante do altar ou da imagem, se lhe faz orações, se Ihe pede coisas como se elas, as imagens ou pessoas representadas, pudessem ouvir e atender, que é isso senão culto, adoração?
Afirma a Igreja Católica Romana que os santos são pessoas que viveram, fizeram o bem, agradaram a Deus a têm poder para interceder junto de Deus pelos que ficam na terra. Por isso estão nos altares. Será bíblica esta afirmação?


CATECISMO CATÓLICO

O Catolicismo exige que todos os católicos "venerem" estátuas ou imagens de Cristo, Maria e outros:
"As santas imagens, presentes em nossas Igrejas e em nossas casas, destinam-se a despertar e a alimentar a nossa fé no mistério de Cristo. Através do ícone de Cristo e das suas obras salvíficas, é a ele que adoramos. Através das santas imagens da santa mãe de Deus, dos anjos e dos santos, veneramos as pessoas nelas representadas" (1994, Pág. 335, # 1192)
O Catolicismo reconhece que esta doutrina não veio de Deus:

"Na trilha da doutrina divinamente inspirada dos nossos santos padres, e da tradição da Igreja Católica, que sabemos ser a tradição do Espírito Santo que habita nela, definimos com toda a certeza que as veneráveis e santas imagens, bem como as representações da cruz preciosa e vivificante, sejam elas pintadas, de mosaico ou de qualquer outra maneira apropriada, devem ser colocadas nas santas Igrejas de Deus, sobre os utensílios e as vestes sacras, sobre paredes e em quadros, nas casas e nos caminhos…" (1994, Pág. 327, # 1161)


BUSQUEMOS A VERDADE

O argumento de que tais imagens são simples recordações, como um retrato que nós temos em casa, de um parente que já morreu e que nós olhamos às vezes com saudade... cai, porque ninguém se ajoelha diante de um retrato e lhe faz orações. Qual o nosso comportamento diante desses retratos? Nós os olhamos, e às vezes vem-nos à mente um pensamento de saudade e é tudo. Ninguém se prostra diante de um retrato, ninguém pede a esse retrato qualquer coisa. O exemplo dado não cabe, absolutamente.
A versão "veneração" e não "adoração" é insustentável, porque o Mandamento proíbe, em primeiro lugar, "fazer imagens".
Busquemos a verdade: Existem santos? Para a Igreja Católica Romana a santidade resulta da beatificação, ou ainda da canonização... de alguém.

Durante vários séculos, os bispos é que decretavam quem era santo. Depois passou para os arcebispos, até que no fim do século XI, só o Papa podia beatificar ou canonizar. Foi em 1634 que a Igreja Católica Romana promulgou oficialmente os regulamentos sobre a canonização.


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 em: Junho 29, 2014, 00:53:55  
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ESTUDO BÍBLICO: A IDOLATRIA (1)



"…Portanto, meus amados irmãos, fugi da idolatria" - I Coríntios 10:14

Este tema é realmente polémico e merece a nossa atenção especial. O Catolicismo Romano tem desde há muitos séculos mantido o ensino que diz respeito ao culto e veneração de imagens e santos, buscando através deles um auxílio, uma mediação, junto de Deus e a Jesus Cristo. Esta a razão por que encontramos em suas igrejas imagens de Jesus, Maria, dos Apóstolos, de santos, todos servindo de adoração, todas colocadas tanto na frente como nos lados, espalhadas pelos diversos altares, juntamente com o crucifixo com o Senhor morto...

Um dos grandes choques que o não evangélico sente quando entra num dos nossos templos é o encontrar-se perante um templo que parece vazio... pois não tem altares nem imagens. Porquê? A razão é clara: Nós, evangélicos baptistas, somos seguidores intransigentes do ensino das Sagradas Escrituras. Nem no Novo Testamento nem na Igreja primitiva se encontra qualquer precedente do culto às imagens.

A Igreja Católica Romana justifica o culto que presta às imagens, dizendo que a proibição referida em Êxodo, capítulo 20, se aplica somente às imagens das divindades pagãs. Vejamos, pois, a força da Palavra de Deus:

* QUE DIZ A BÍBLIA?
- O primeiro mandamento bíblico prescreve: "Eu sou o Senhor teu Deus,… Não terás outros deuses além de mim... Não farás para ti imagem de escultura, nem figura alguma do que há em cima nos Céus... Não te curvarás diante delas, nem as cultuarás" (Êxodo 20:2-5).

Encontramos, pois aqui, três proibições:
"Não farás para ti imagem de escultura"
"Não as adorarás"
"Não lhes prestarás culto"

- Em Deuteronómio 4:15-19, encontram-se os comentários Moisés sobre estes Mandamentos: "Guardai, pois, com diligência as vossas almas, pois semelhança nenhuma vistes no dia em que o Senhor vosso Deus em Horebe falou convosco do meio do fogo; para que não vos corrompais, e vos façais alguma escultura, semelhança de imagem, figura de macho ou de fêmea; figura de algum animal que haja na terra; figura de alguma ave alígera que voa pelos céus; figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra; figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; a não levantes os teus olhos aos céus, a vejas o sol, e a lua, a as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que to inclines perante eles, e sirvas àqueles que o Senhor teu Deus repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus".

- Deuteronómio 5:7-10: "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há…; não te encurvarás a elas, nem as servirás...".

- Deuteronómio 27:15: "Maldito o homem que fizer imagem de escultura, ou de fundição, abominação ao Senhor, obra da mão do artífice... ".

- Em lsaías 44:8 a 18, lemos: "Há outro Deus além de mim? Não, não há outra rocha que eu conheça. Todos os artífices de imagens de escultura são vaidade, e as suas coisas mais desejáveis são de nenhum préstimo; e suas mesmas testemunhas nada vêem nem entendem, para que eles sejam confundidos. Quem forma um deus, e funde uma imagem de escultura, que é de nenhum préstimo?"

Verso 13: "O carpinteiro estende a régua sobre um pedaço de madeira e esboça um deus com um lápis; dá-lhe forma com formões e o marca com o compasso. Finalmente, dá-lhe a forma de um homem, conforme a sua beleza, para colocá-lo num santuário". Versos 14-18: "...planta um pinheiro, e a chuva o faz crescer. Isso serve para o homem queimar; toma uma parte da madeira e com ela se aquece; acende um fogo e assa o pão; também faz um deus, a se prostra diante dele; fabrica uma imagem de escultura, a ajoelha diante dela. Ele queima a metade no fogo, e com isso prepara a carne para comer; faz um assado e dele se farta; depois se aquece e diz: Ah! Já me aqueci, já experimentei o fogo. Então com o resto faz um deus para si, uma imagem de escultura. Ajoelha-se diante dela, prostra-se e dirige a sua súplica; Livra-me, porque tu és o meu deus. Nada sabem, nem entendem; porque os seus olhos foram fechados para que não vejam, e o coração, para que não entendam".

Mediante estas leituras bíblicas, verificamos que o culto às imagens é transgressão divina e que Deus condenou tal acto, ao proibir o fabrico de imagens, o expô-las à veneração pública e a prestar-Ihes culto, condenando, igualmente, o povo que faz imagens de escultura ou fundidas. Quem são os verdadeiros seguidores da Verdade bíblica?


O FASCÍNIO DA IDOLATRIA

A idolatria é um pecado que o povo de Deus, através da sua história no Antigo Testamento, cometia repetidamente. O primeiro caso registado na Bíblia ocorreu na família de Jacó (Israel). Pouco tempo antes de chegar a Betel, Jacó ordenou a remoção de imagens de deuses estranhos:

"Depois disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao deus que te apareceu, quando fugiste diante da face de Esaú teu irmão. Então disse Jacó à sua família, e a todos os que com ele estavam: Tirai os deuses estranhos, que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai os vossos vestidos. E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. Então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos, e as arrecadas que estavam em suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém" (Génesis 35:1-4).

O primeiro caso registado na Bíblia em que Israel, de modo global, se envolveu com idolatria foi na adoração do bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte Sinai:

"Mas vendo o povo que Moisés tardava em descer do monte, ajuntou-se o povo a Arão, e disseram-lhe: Levanta-te, faze--nos deuses, que vão adiante de nós: porque enquanto a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do Egito, não sabemos o que lhe sucedeu. E Arão lhes disse: arrancai os pendentes de ouro, que estão nas orelhas de vossas mulheres, e de vossas filhas, trazei-mos. Então todo o povo arrancou os pendentes de ouro, que estavam nas suas orelhas, e os trouxeram a Arão. E ele os tomou das suas mãos, e formou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Estes são teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito. E Arão, vendo isto, edificou um altar diante dele: e Arão apregoou, e disse: Amanhã será festa ao Senhor… Então disse o Senhor a Moisés: Vai, desce; porque o teu povo, que fizeste subir do Egito, se tem corrompido. E depressa se tem desviado do caminho que eu lhes tinha ordenado: fizeram para si um bezerro de fundição, e perante ele se inclinaram, e sacrificaram-lhe, e disseram: Estes são os teus deuses, ó Israel, que te tiraram da terra do Egito" (Êxodo 32:1-8).
  
Durante o período dos Juízes, o povo de Deus frequentemente se voltava para os ídolos. Embora não haja evidência de idolatria nos tempos de Saul ou de Davi, o final do reinado de Salomão foi marcado por frequente idolatria em Israel:
"E o rei Salomão amou muitas mulheres estranhas, e isso além da filha de Faraó, moabitas, amonitas, iduméias, sidónias e heteias. Das nações que o Senhor tinha dito aos filhos de Israel: Não entrareis a elas, e elas não entrarão a vós; doutra maneira perverterão o vosso coração para seguirdes os seus deuses. A estas se uniu Salomão com amor. E tinha setecentas mulheres, princesas, e trezentas concubinas: e suas mulheres lhe perverteram o seu coração.

Porque sucedeu que, no tempo da velhice de Salomão, suas mulheres lhe perverteram o seu coração para seguir outros deuses: e o seu coração não era perfeito para com o Senhor seu Deus, como o coração de Davi, seu pai, porque Salomão, andou em seguimento de Astarote, deusa dos Sidômios, e em seguimento de Milcon, a abominação dos amonitas. Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor; e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi seu pai. Então edificou Salomão um alto a Camós, a abominação dos moabitas, sobre o monte que está diante de Jerusalém, e a Moloque, a abominação dos filhos de Amon. E assim fez para com todas as suas mulheres estranhas; as quais queimavam incenso e sacrificavam a seus deuses. Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão: porquanto desviara o seu coração do Senhor Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera. E acerca desta matéria lhe tinha dado ordem que não andasse em seguimento de outros deuses: porém não guardou o que o Senhor lhe ordenara" (I Reis 11:1-10).

A história dos israelitas foi, em grande parte, a história da idolatria. Deus muito se irou com o seu povo por não destruir todos os ídolos na Terra Prometida. Ao contrário, passou a adorar os falsos deuses. Daí, Deus castigar os israelitas, permitindo que seus inimigos tivessem domínio sobre eles. O livro de Juízes apresenta um ciclo constantemente repetido, em que os israelitas começavam a adorar deuses-ídolos das nações que eles deixaram de conquistar. Deus permitia que os inimigos os dominassem; o povo clamava ao Senhor; o Senhor atendia o povo e enviava um juiz para o libertar. Na história do reino dividido, todos os reis do Reino do Norte (Israel) foram idólatras, bem como muitos dos reis do Reino do Sul (Judá). Somente depois do exílio, é que cessou o culto idólatra entre os judeus.

A idolatria do Reino do Norte continuou sem dificuldade por quase dois séculos. Finalmente, a paciência de Deus se esgotou e Ele permitiu que os assírios destruíssem a capital de Israel e removeu dali as dez tribos (II Reis 17:6-18). O Reino do Sul (Judá) teve vários reis que foram tementes a Deus, como Ezequias e Josias, mas por causa dos reis ímpios como Manassés, a idolatria se arraigou na nação de Judá (II Reis 21:10-16). A despeito dessas advertências, a idolatria continuou (Isaías 48:4-5; Jeremias 2:4-30; 16:18-21; Ezequiel 8, e, finalmente, Deus cumpriu a sua palavra profética por meio de Nabucodonosor de Babilónia, que capturou Jerusalém, incendiou o templo e saqueou a cidade (II Reis 25).

Porque a idolatria era tão fascinante aos israelitas? Há vários factores implícitos:

1. As nações pagãs que circundavam Israel criam que a adoração a vários deuses era superior à adoração a um único Deus. Noutras palavras: quanto mais deuses, melhor. O povo de Deus sofria a influência dessas nações e constantemente as imitava, ao invés de obedecer ao mandamento de Deus, no sentido de se manter santo e separado delas.

2. Os deuses pagãos das nações vizinhas de Israel não requeriam o tipo de obediência que o Deus de Israel requeria. Por exemplo, muitas das religiões pagãs incluíam a imoralidade sexual religiosa no seu culto, tendo para isso prostitutas cultuais. Essa prática, sem dúvida, atraía muitos em Israel. Deus, por sua vez, requeria que o seu povo obedecesse aos altos padrões morais da sua lei, sem o que, não haveria comunhão com Ele.

3. Por causa do elemento demoníaco da idolatria, ela, às vezes, oferecia, em bases limitadas, benefícios materiais e físicos temporários:
- Os deuses da fertilidade prometiam o nascimento de filhos.
- Os deuses do tempo (sol, lua, chuva, etc.) prometiam condições apropriadas para as colheitas abundantes e;
- Os deuses da guerra prometiam protecção dos inimigos e vitória nas batalhas.
A promessa de tais benefícios fascinava os israelitas. Daí, muitos se dispunham a servir aos ídolos.


A NATUREZA DA IDOLATRIA

Não se pode compreender a atracção que exercia a idolatria sobre o povo, a menos que compreendamos sua verdadeira natureza. A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é:

"Acaso trocou alguma nação os seus deuses, que contudo não são deuses? Mas o meu povo trocou a sua glória por aquilo que é de nenhum proveito" (Jeremias 2:11). "Pode um homem fazer para si deuses? Esses tais não são deuses!" (Jeremias 16:20).

2. O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo.
Samuel chamou os ídolos de "vaidade": "E não vos desvieis; pois seguiríeis as vaidades, que nada aproveitam, e tão pouco vos livrarão, porque vaidades são" (I Samuel 12:21).

Paulo declara expressamente: "Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só" (I Coríntios 8:4). E Paulo continua: "Mas que digo? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que eles sacrificam, o sacrificam a demónios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com demónios" (I Coríntios 10:19-20).


A IDOLATRIA É PROIBIDA NA BÍBLIA POR DEUS, TANTO NO ANTIGO COMO NO NOVO TESTAMENTO

Deus advertiu frequentemente contra a idolatria! Para uma melhor elucidação dos nossos leitores, apresentaremos as mesmas passagens da Bíblia, quer na Bíblia, editada pela Sociedade Bíblica (Evangélica), quer na Bíblia editada pela Difusora Bíblica (Católica).

PROIBIÇÃO NO VELHO TESTAMENTO
Logo nos Dez Mandamentos, os dois primeiros e parte do terceiro são contrários directamente à adoração a qualquer deus que não seja o Senhor Deus de Israel:

Em Êxodo 20:3-5:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás…" (Êxodo 20:3-5).

- Bíblia Difusora Bíblica): "Não terás outro deus além de Mim. Não farás para ti imagens esculpidas, nem qualquer imagem do que existe no alto dos céus, ou do que existe em baixo, na terra, ou do que existe nas águas, por debaixo da terra. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás culto…"

Depois esta ordem foi repetida em várias ocasiões:
Em Êxodo 20:23:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não fareis outros deuses comigo; deuses de prata ou deuses de ouro não fareis para vós".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "Não me associareis nenhuma divindade, não fareis para vosso uso deuses de prata, nem deuses de ouro".

Em Êxodo 23:24:
- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não te inclinarás diante dos seus deuses, nem os servirás, nem farás conforme às suas obras: antes os destruirás totalmente, e quebrarás de todo as suas estátuas".

- Bíblia (Difusora Bíblica: "Não adorarás os seus deuses; não os servirás, imitando o que eles fazem, mas derrubarás e destruirás os seus monumentos".
Levítico 19:4:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não vos virareis para os ídolos, nem vos fareis deuses de fundição: Eu sou o Senhor vosso Deus".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "Não vos volteis para os ídolos e não façais para vós deuses de metal. Eu sou o Senhor, vosso Deus".
Levítico 26:1:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Não fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura nem estátua, nem poreis figura de pedra na vossa terra, para inclinar-vos a ela: porque eu sou o Senhor vosso Deus".

- Bíblia (Difusora Bíblica): "Não façais para vós ídolos, nem levanteis entre vós imagens ou monumentos, nem coloqueis na vossa terra nenhuma pedra simbólica para vos prostrardes diante dela, porque Eu sou o Senhor, vosso Deus".
Josué 24:23-24:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Deitai pois agora fora aos deuses estranhos que há no meio de vós: e inclinai o vosso coração ao Senhor Deus de Israel. E disse o povo a Josué: Serviremos ao Senhor nosso Deus, e obedeceremos à sua voz".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "Tirai, pois, os deuses estrangeiros que estão no meio de vós, e inclinai os vossos corações para o Senhor, Deus de Israel. O povo respondeu a Josué: Nós serviremos o Senhor, nosso Deus, e obedeceremos à sua voz".
II Reis 17:35:

- Bíblia (Sociedade Bíblica): "Contudo o Senhor tinha feito um concerto com eles, e lhes ordenara dizendo: Não temereis a outros deuses, nem vos inclinareis diante deles, nem os servireis nem lhes sacrificareis".
- Bíblia (Difusora Bíblica): "O senhor fizera uma aliança com eles e ordenara-lhes: Não adorareis outros deuses nem vos prostrareis diante deles; não lhes prestareis culto e não lhes oferecereis sacrifícios".


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 em: Junho 28, 2014, 22:49:35  
Iniciado por Pr. Sérgio Felizardo - Última mensagem por Pr. Sérgio Felizardo
A IDOLATRIA



Pr. Sérgio Felizardo

Um dos grandes choques que os não evangélicos sentem quando entram num dos nossos templos é o estarem num templo que parece vazio... sem altares nem imagens. Porquê? A razão é clara: Nós evangélicos, baptistas, somos seguidores intransigentes do ensino das Sagradas Escrituras. Nem no Novo Testamento nem na Igreja primitiva se encontra qualquer precedente do culto às imagens. A Igreja Católica Romana justifica o culto que presta às imagens, dizendo que a proibição referida em Êxodo, capítulo 20, se aplica somente às imagens das divindades pagãs. Vejamos, pois, a força da Palavra de Deus.
Júlio Sérgio Felizardo



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